
Numa noite onde não se ouve nada, senão o barulho das teclas ,
os olhos que tendem a manter-se abertos, sem horas para adormecer.
Necessito tanto de escrever , como de àgua para beber!
Ando num corrupio,
Com horas para muita coisa e para coisa nenhuma!
Mas é disso que se alimenta o meu corpo,
Do tempo que ainda tenho, e do que posso fazer dele.
Olho pela janela e vislumbro pequenas estrelas que nos lembram que aqui somos um pedaço de tudo e um resto de nada!
Não quero ser tudo, quero ser inteira!
Não que não queira nada, quero o que é meu por direito.
Como a vida muda ou nós mudamos as perpectivas,
Como um caminho leva ao outro, sem muitas vezes nos cruzarmos,
hoje não quero silêncio , quero música!
Quero ter-te entre os meus braços ,Só isso!
Amanhã logo se vê...
Ana Brinca Almeida
3 comentários:
Então escreve, que o mundo precisa de te ler.
Gostei muito de "ouvir-te"..
Também sinto dessa forma...às vezes falta-me é tempo para passar os meus pensamentos para o papel, abriste-me o apetite..quem sabe um dia crio também um blog, onde possas conhecer-me também um bocadinho..
Uma boa noite! *
Olá, Ana! Só para lhe dizer que fiquei deveras impressionado com este seu blogue. Entrei nele pelo Facebook e abri os olhos de espanto pela qualidade e bom gosto deste design. Falar da sua lindíssima expressão já não é surpresa, mas a juntar a isso a excepcional fotogenia que a Ana possui. E outra coisa que me impressionou fortemente foi a sua poesia, confesso que não esperava esta qualidade de escrita e maturidade de pensamento numa jovem da sua idade. Os meus sinceros parabéns! Uma agradável surpresa! Tudo a correr pelo melhor para si, Amiga!
Rui Serodio
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